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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Sionismo: Professor é demitido no Rio de Janeiro por questão sobreapartheid israelense contra palestinos

No Estadão 
http://www.estadao.com.br/noticias/educacao,professor-aplica-prova-que-comparava-judeus-a-nazistas-e-e-demitido,1558739,0.htm
Um professor de geografia foi demitido do Colégio Andrews, no Humaitá, zona sul do Rio, depois de aplicar prova em que comparava judeus a nazistas, em uma das questões. Pais de estudantes se queixaram à Federação Israelita do Rio de Janeiro (Fierj), que cobrou explicações da escola. A direção da instituição informou que "a atitude do professor de forma alguma reflete o posicionamento do colégio" e anunciou a demissão do funcionário. A Fierj vai processar o professor de geografia, que não teve o nome divulgado.

A prova foi aplicada aos alunos do 8º ano. A questão tinha o texto: "Conforme é sabido, os judeus foram perseguidos por Hitler durante o nazismo. Atualmente um determinado povo é tido como vítima dos israelenses, tendo que viver em assentamentos controlados por Israel". Em seguida, havia uma charge em que aparece um soldado nazista ao lado de um menino judeu e outra imagem de um soldado do Exército de Israel com um menino palestino. Sobre o desenho, a inscrição: "Chegaram invadindo, tomando terras, assassinando... Quem será pior? Nazistas ou judeus?".
Em e-mail enviado aos pais dos alunos, a direção da instituição classificou episódio como um caso isolado, pediu desculpas e informou que a questão foi anulada por ser "extremamente inadequada". 

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