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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Neste sábado, Oeste Potiguar realizará o lançamento regional do Plebiscito pela reforma política

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Depois de reunir representantes de mais de 13 municípios e mais de 30 movimentos sociais, sindicais e partidários do RN na última plenária estadual que aconteceu em 30 de janeiro, a comissão do oeste potiguar realizará neste sábado, 8, às 9h, na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE), aqui em Mossoró, o lançamento da região oeste do plebiscito popular pela constituinte sobre o sistema político.
O lançamento regional do Plebiscito pela reforma política estima reunir cerca de 100 militantes representantes de mais de 13 cidades da região: Mossoró, Baraúna, Grossos, Areia Branca, Campo Grande, Pau dos Ferros, Apodi, Felipe Guerra, Carnaubais, Caraúbas, Itaú, Tibau e São Rafael. O lançamento tem como objetivo apresentar e organizar comitês municipais e fortalecer o trabalho de base que será feito para pautar e debater temas para mudanças eleitorais, criação de leis e mecanismos para maior participação popular nas decisões políticas.
A atividade contará com a presença do vice presidente da União Nacional de Estudantes (UNE), Mitã Chalfun (RJ), que vem pro debate falar da importância da representatividade da juventude e do movimento estudantil nas mudanças do país:” o que vimos nas ruas de junho foi uma juventude querendo mais direitos. Por isso, a UNE se une a mais de 100 movimentos sociais brasileiros para fazer o plebiscito pela constituinte. É importante romper barreiras entre estados, cidades, bairros para sacodir o Brasil e a juventude do nosso país por uma política que nos represente”.
 Isadora Mendes, da Marcha Mundial das Mulheres, que está na organização do evento, afirma que: “nosso empenho em construir um reforma política que provoque o fortalecimento da democracia direta e participativa com controle social, contemplando os projetos feminista, anti-classista, anti-racista e anti-homofóbico”

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