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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

"Tomara que apareçam médicos e médicas cubanas mortos por aí", diz usuária do Facebook

Cintia Oliveira.
Talvez ela tenha sentido pena de Micheline Borges.
Talvez ela apenas revele o que se passa no âmago e no coração da classe média e médica brasileira.
Talvez Freud e Lacan possam explicar. Eu, angustiado, somente lamento que possa existir alguém que se expresse desse modo. Que deseje desse modo. 
Nossa ética parcial.
Aquele que quer mortos os que discordam de si.
Não tenho muitas palavras.
Somente as de Cintia, abaixo. Auto-explicativas.
Lamento. E só

Comentários

  1. Mediquinhos preibóis brasileiros querem reclamar, mas trabalhar no SUS de madrugada ninguém quer né? ESSES SIM SÃO UMA VERGONHA!

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