Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal
Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

não sabia que o Brasil estava realizando concurso de beleza na área de medicina. a infeliz postagem dessa jornalista contraria o velho ditado que diz ninguém julga ninguém pela aparência. outrossim não acho que empregadas domesticas são feias como ela mesmo narra. ISTO É PRECONCEITO SIM.
ResponderExcluirEssa moça eh prova cabal do quanto temos pessoas vazias de conteůdo estao saindo de rodo das universidades. Aliados a outros como os academicos de medicina em Fortaleza , mostram o quanto estao desumanizados. Filhos de uma casta, estao envoltos numa bela carcaça vazia; sao totalmente alienados e insensiveis aos problemas do paīs e de seu povo. Isso eh o que deu a geracao moldada pela Globo com Xuxa, malhaçao e outros lixos mais!
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