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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

O blog errou

Às 9h20 desta manhã, depois de vasculhar de cabo a rabo o Blog do BG sem encontrar este post que acessava apenas via link, questionei o Blog através do Twitter:
O @BlogdoBG ocultou esse post sem maiores satisfações aos leitores.  Por quê?
Por volta das 10h20, Bruno Giovanni me respondeu.
Negou que o post tivesse sido ocultado da primeira página do blog.
Realmente, ao acessar o Blog constatei que, ao contrário do que ocorrera mais cedo, conseguia visualizar o post.  Mais: outros posts os quais não conseguia ver mais cedo apareceram.
Antes disso, quinze minutos depois de questionar o perfil do Blog, publiquei um texto que falava sobre a capacidade e a forma de assumirmos erros no jornalismo.
Como pau que bate em Chico precisa bater em Francisco, as palavras agora valem para mim.  Reitero-as:
Erro faz parte da prática do jornalismo.Todo jornalista sabe que fatalmente errará e já errou mais de uma vez.
Normalmente há algumas práticas éticas comuns para reparar um erro.
Erro não se oculta nem se finge que não foi cometido. O erro por si não compromete a credibilidade do comunicador. O que pode comprometê-la é a incapacidade de reconhecê-lo ou repará-lo. Quando não for possível, a falta de um pedido de desculpas aos leitores pode ser fatal.
Errei, então.
Pode ter sido culpa de minha péssima conexão ou por qualquer outro motivo que não me permitiu ver diversos posts publicados ontem pelo Blog do BG.
Aos leitores e a Bruno Giovanni, meu pedido de desculpas.
E não, não vou excluir o post com o equívoco, mas lincarei este post lá.

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