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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Os elos no assassinato do advogado Antônio Carlos

As informações são de Dinarte Assunção.

Ele destaca que sobre a morte do advogado Antônio Carlos de Souza Oliveira, assassinato na noite de quinta, o Novo Jornal relacionou as semelhanças com o homicídio de Anderson Miguel, delator da Operação Hígia, em 2011.
Executado

"Não se pode, a despeito disso, deduzir relação direta sobre ambos os assassinatos", ressalva Dinarte.

Os assassinos de Antônio Carlos usaram um Doblô. O advogado, que tinha escritórios na Paraíba e Brasília, "ficou conhecido ainda por atuar em outros casos espinhosos. Souza defendeu Richardson de Macedo Bernardo, ex-diretor do Ipem; Odelmo Rodrigues, apontado como o 'Rei do Crime' que lidera o crime organizado na região Oeste; Lailson Lopes, mandante do homicídio do radialista F. Gomes e Ferdinando Brito, acusado de orquestrar um esquema de tráfico de brasileira para prostituição na Europa".

os quatros disparos feitos à queima roupa tiraram a vida do advogado Antônio Carlos de Souza, Alcaçuz inteira já sabia o que ia acontecer.
As investigações da causa da morte do criminalista de 41 anos começam a considerar o rastro de um caso que envolve R$ 50 mil.
Pelo que se discute entre os sherlocks da Polícia Civil, o advogado prometeu um serviço por esse valor que não cumpriu.
Souza era conhecido por dar certeza de resultados ao cliente antes que os conseguisse. E dessa vez não conseguiu, podendo por isso ter perdido a própria vida.
Ainda não se tem notícia dos executores do advogado, mas já se sabe que a Doblô utilizada na ação pertenceu há um policial civil, que há vendeu há 3 meses.

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