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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Para Feliciano, morte de John Lennon foi vingança de Deus

O absurdo do deus de ódio pregado por Marco Feliciano, que já havia dito que Deus matou os Mamonas Assassinos porque Dinho era um crente desviado, é essa mensagem.
Falando de John Lennon, o pastor diz que queria estar lá quando descobrissem o corpo do ex-Beattle: "Me perdoe, John, mas esse primeiro tiro é em nome do Pai, esse é em nome do Filho e esse do Espírito Santo".
Que deus é esse que Marco Feliciano prega?

E por que Marco Feliciano não obedece à sua própria sugestão?
Ele diz nesse vídeo que "crente foi chamado para duas coisas: servir a Deus, pregando o evangelho, ganhando almas e aguardar o retorno do Senhor em santidade".
O que então, pastor, o senhor e a bancada dita evangélica está fazendo no Congresso Nacional e na Comissão de Direitos Humanos?

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