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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Câmara Cível do Tribunal de Justiça mantém decisão que suspende venda de terreno dos batistas

Ontem, finalmente, a Câmara Cível do Tribunal de Justiça se reuniu para decidir sobre o recurso que foi apresentado contra a venda do terreno pertencente à Convenção Batista, no Barro Vermelho.
No espaço funcionam uma igreja e o Seminário Teológico.
O recurso foi apresentado porque a decisão que teria supostamente autorizado a venda desrespeitou o que prevê o Estatuto da Convenção Batista. O estatuto indica que qualquer alienação depende da aprovação de dois terços dos votos dos representantes das igrejas. A votação, em 5 de janeiro de 2012, não alcançou tal resultado.
Desse modo, o Tribunal de Justiça suspendeu os efeitos da venda.
Por dizer que a venda era irregular, desde janeiro de 2012, fui ameaçado de processo por lideranças da Convenção envolvidas no processo.
Agora, mais uma vez, o judiciário ratifica que a posição que foi defendida por mim desde o início era a mais justa e legal. Tínhamos razão.

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