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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Prefeitura assume projeto para plantar duzentos mil árvores

Amanhã, o professor Roberio Paulino, candidato a prefeito pelo PSOL ano passado, estará amanhã na Câmara Municipal com seus alunos de gestão público.
Ali poderá defender o projeto de parceria com a prefeitura para plantio de duzentos mil árvores nos próximos anos.
Cada árvore plantada custará R$ 10 (ou seja, dois milhões de reais no total). O dinheiro sairá da prefeitura e entrará na UFRN por meio da Funpec.
O projeto será conduzido por Robério - que se coloca como parte da nova esquerda que integra a política social ao ambientalismo.
A minha dúvida é saber se o projeto terá condições de plantar tantas as árvores. Seriam mais de 130 plantas por dia.
É possível?

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