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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

A política de Henrique Alves: clientelismo e patrimonialismo

Você quer saber como Henrique Alves pensa que se faz política?  Veja o vídeo abaixo:



Em determinado momento do vídeo, Henrique conta uma estória para ilustrar a importância dele e de Garibaldi.  Afirma que Arlindo Dantas, então candidato a prefeito em São José do Mipibu (RN), se fosse em março de 2013 para uma audiência com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, seria recebido por uma secretária.  Um assessor do ministro o acomodaria numa sala e quando pudesse Padilha iria recebê-lo.  Mas aí o assessor diria ao ministro que Garibaldi Filho estaria com o prefeito.  O que mudaria o atendimento do ministro.
"É assim que é lá e eles sabem que eu sei", disse Henrique.
Esse seria motivo suficiente para que o povo de São José votasse em Arlindo.
É assim que Henrique vê democracia: patrimonialismo e clientelismo.  Não à toa é filho do governador do estado no Golpe de 64 - que apoiou o golpe.
"Quem está de braço dado com ele é o presidente da Câmara Federal do Brasil", "profetiza"Henrique.

Em tempo: Arlindo Dantas tinha uma filha que seria, supostamente, funcionária fantasma do IPEM na época de Rychardson Macedo - esquema desvendado pela Operação Pecado Capital.

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