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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Viva Luiz Gonzaga e o que nos marcou

Qual a sua música preferida - ou a que mais lhe tocou - da enorme discografia de Luiz Gonzaga?
Diga aí nos comentários.
Eu não consigo definir a minha preferida, mas com certeza nosso hino nacional nordestino está entre as mais importantes.
Abaixo, na interpretação de Caetano Veloso - possivelmente aquela mais emocionou Luiz Gonzaga, segundo seu próprio testemunho.


E qual música do velho Lua marcou sua vida?

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