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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Marca da insalubridade moral com grana do povo

Carlos Santos, provavelmente, falava na quinta-feira sobre o relatório do TCE sobre o contrato do Governo com a Marca no Hospital da Mulher.


Ouvido ao chão, como bons índios Sioux, Apache, Comanche, Cherokee e Navajo.

O que foi divulgado até aqui sobre a relação da Associação Marca com o Hospital Materno-Infantil Parteira Maria Correia (Mossoró), é “fichinha”.

O relatório feito pela própria Secretaria Estadual da Saúde Pública do Estado (SESAP) está aquém – e muito – da insalubridade moral oficializada em que se transformou esse empreendimento.

Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.

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