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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Servidores da Casa Civil já temem secretário

O blog recebeu um e-mail de um servidor aterrorizado do gabinete civil do governo do RN. "O terror se espalha por toda governadoria com a chegada de Carlos Augusto Rosado", diz ele, que afirma que os funcionários estão em pânico com tudo que podem passar.
Segundo o servidor, os "funcionários da Residência oficial contam os horrores que presenciam na casa da Governadora: os gritos, as grosseiras e a troca de humor do ex-Deputado Carlos Augusto são das coisas mais faladas".
Os funcionários que lidam no dia a dia com o primeiro casal destacam que o novo secretário é totalmente bipolar: "acorda de um jeito e dorme de outro, qualquer coisa muda seu humor e quem sofre é quem trabalha com ele".
Segundo o preocupado servidor, Carlos Augusto já demonstrou seus dois lados no seu primeiro dia no Gabinete Civil. "Primeiro se emocionou falando do seu pai, que o motivo de não gostar de tirar foto é porque um dia antes do pai morrer sua mãe mandou ele se arrumar para tirar uma foto com pai e no outro dia ele morreu e isso o traumatizou", diz. Logo em seguida, sua grosseria teria se manifestado ao falar para o adjunto Galbi Saldanha, a quem considera como um filho, "que por enquanto ele continua lá, mas logo ele vai ser substituído por uma pessoa mais capacitada".
"Seu primeiro grito, sem dó nem piedade, foi em Galbi, porque uma ligação que ele tinha pedido estava demorando ele não quer nem saber se a pessoa não atende", relata.
Beirando o desespero, o servidor que pediu para não ser identificado por medo de represálias afirma necessitar compartilhar tudo isso que tem vivido. Como um grito de socorro.

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