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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

É o fim do impresso do Diário de Natal

Por Sérgio Vilar
http://diariodotempo.com.br/2012/10/e-o-fim-do-impresso-diario-de-natal/


A única informação que sei a respeito do fim da versão impressa do Diário de Natal é esta abaixo, publicada na edição de hoje. Nada foi comunicado aos repórteres da redação. Pelo contrário, havia a expectativa da volta do modelo standard, que deveria vir junto com a mudança de sede para Lagoa Nova – previsão de mais uns quatro meses. Surpresa total. E, pra mim, decepção. Sou entusiasta do jornalismo impresso. Reconheço as mudanças, os sinais dos tempos. Mas a credibilidade do impresso é inigualável, até então. Vamos ver daqui pra frente. Em breve estreio também no noticiário online, por outro veículo: o portal No Ar. Experiência nova e, tomara, promissora. Agora serão dois onlines na rotina. Sou um jornalista virtual, já pensou?

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