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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#RevoltadoBusao: Quem são os criminosos?

Corre na justiça estadual, desde 2002, o processo penal 0012981-61.2002.8.20.0001.  Do que trata esse caso?  Crime contra a ordem econômica - em outras palavras, formação de cartel.
Quem são os réus?
Marcos Fernando Rodrigues de Queiroz, coordenador de mercado da Oceano/Guanabara.
Josenilson Teixeira de Souza, fiscal da Semob.
José Vanildo da Silva, presidente da Federação Norteriograndense de Futebol, que era Secretário de Transporte Urbano do Município em 2002.
Marcelo Passos Sales, então presidente do Seturn e atual tesoureiro.
Agnelo Cândido do Nascimento, atual presidente do Seturn.
Há outros réus no caso. E outras coisas envolvidas.  
O caso está pronto para ser julgado.  Talvez isso tenha relação direta com as últimas ações do Seturn e da sua atitude incendiária contra a cidade.

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