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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Lobby de @joseagripino em favor da Febraban é barrado

Trata-se de projeto que tipifica crimes cibernéticos.
Ilimar Franco é quem informa, na sua coluna do jornal O Globo:

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), e o relator da comissão que elabora o novo Código Penal, senador Pedro Taques (PDT-MT), puxaram a escada do líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM). Na quarta-feira, atuando em dobradinha com o presidente do DEM, José Agripino (RN), e atendendo a pedido da Febraban, Braga aprovou, a toque de caixa, na Comissão de Ciência e Tecnologia, projeto da Câmara que tipifica os crimes cibernéticos (a chamada lei Carolina Dieckmann). Braga passou por cima da CCJ e tentou votar em regime de urgência direto no plenário do Senado. Taques protestou, e Renan impediu a votação.

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