Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Juiz determina que governo reassuma Hospital da Mulher

A justiça em Mossoró concedeu liminar no âmbito da Ação Civil Pública apresentada pelo Ministério Público quanto ao contrato de gestão do governo do RN com a Associação Marca para administração do Hospital da Mulher em Mossoró.
O juiz Pedro Cordeiro Júnior concedeu liminar determinando que o governo do
Estado se abstenha "de renovar o Termo de Parceria firmado, em caráter emergencial, com a Associação Marca para Promoção de Serviços além do prazo em curso de 180 (cento e oitenta) dias, previsto em cláusula contratual e iniciado em 29 de fevereiro de 2012".
Além disso, o governo está obrigado a convocar "e nomear imediatamente todos os candidatos aprovados no Concurso Público no 001/2010 – SEARH/SESAP, como forma de substituir todos os profissionais contratados em caráter precário para prestarem serviços no Hospital denominado "Parteira Maria Correia".
A multa diária pelo descumprimento da decisão judicial é de R$ 10 mil. O estado também deverá reassumir, "no prazo de 60 (sessenta) dias, a prestação do serviço público de saúde, em sua integralidade, aos usuários do Hospital da Mulher denominado 'Parteira Maria Correia', garantindo-se a continuidade dos serviços, cujo funcionamento atual está sendo realizado através da Associação Marca".
Importante decisão no contexto da investigação deste esquema de corrupção na saúde.

Comentários

  1. Tem como acrescentar tags no seu blogue, de modo a ficar mais fácil de acompanhar todos os posts sobre a Operação Assepsia?

    ResponderExcluir
  2. Mas já há a tag.

    ResponderExcluir
  3. Ah, tá debaixo dos ícones de compartilhamento :)

    ResponderExcluir

Postar um comentário