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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Operação Assepsia: Alexandre Magno entregou-se à polícia neste domingo

Por Carlos A. Barbosa 

http://blogdobarbosa.jor.br/?p=61741

blog tem informação de que o procurador do município Alexandre Magno teria se entregado neste domingo (1). Foragido desde a última quarta-feira (27) quando foi desencadeada a Operação Assepsia em Natal pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte, Alexandre Magno, segundo uma fonte, teria se entregado hoje à Polícia. A hora e o local não foi informado ao blog. Mas tudo indica que teria sido no Quartel Geral da Polícia Militar, em Natal.

Alexandre Magno Alves está sendo acusado pelo MP de ter agido na Secretaria Municipal de Saúde em conjunto com o ex-secretário Thiago Trindade, para favorecer organizações sociais em licitações fraudulentas. Depois da exoneração de Tiago Trindade da SMS, Alexandre Magno foi requisitado para trabalhar na Secretaria Estadual de Saúde Pública, onde passou a fazer lobby para a Associação Marca, também envolvida no escândalo.

As interceptações telefônicas realizadas pelo MP apontam que Magno atuou para que o governo do estado firmasse um contrato com a Associação Marca para gerir o Hospital da Mulher de Mossoró. O contrato foi de R$ 16,8 milhões e firmado em março de 2012 para um prazo de seis meses. Até junho deste ano, o governo do estado já havia transferido R$ 10,6 milhões para a Marca.

A atuação do procurador Alexandre Magno, segundo o documento do Ministério Público, era a de lobista e também incluía a realização de licitações dirigidas para as Organizações Sociais.

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