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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Operação Assepsia: Arturo Arruda: "Tenho vergonha na cara"

Dinarte Assunção conversou com Arturo Arruda sobre a citação do seu nome na Operação Assepsia.  Responde que era contratado da Associação Marca. O que reforça a relação de Alexandre Magno Alves de Souza com a OS, já que é o procurador que diz, em uma ligação, que vai se encontrar com Arturo.


Pano rápido com o publicitário Arturo Arruda Câmara, da Art&C, para tomar pé do que se passa, além do que se vê, na campanha de Rogério Marinho.

Mistério absoluto. Embarque de um partido é a expectativa. Mas o publicitário mantém a boca tal qual um siri. Vice indefinido.

Ligação oportuna para indagar sobre a citação de seu nome na Operação Assepsia, aproveitando os questionamentos formulados hoje no Twitter pelo jornalista Daniel Dantas Lemos.

Arturo põe as cartas na mesa.

"Tenho vergonha na cara. A Marca contratou a Art&C para a campanhas das AME's e UPA. Também queria para o Hospital da Mulher, mas não me senti à vontade e neguei, porque na época meu tio era o secretário de Saúde".

O tio em questão é Domicío Arruda, exonerado após o episódio do feriado amplificado no Jornal Nacional.

Questionei ainda se ele manda algum recado para quem duvida de sua reputação.

"Não. Meu trabalho fala por si. Sou filho e irmão de jornalista, que falam sobre todos. Tenho sempre o cuidado e zelo com a transparência".

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