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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Franceses dão maioria a Hollande

http://sul21.com.br/jornal/2012/06/franceses-dao-maioria-absoluta-a-hollande-para-se-opor-a-berlim/

O presidente Hollande sai reforçado das legislativas para impor as suas propostas de crescimento na Europa
Da Redação
A vitória nas legislativas de hoje (17) deixou o PS francês com o controle político do país. O presidente francês François Hollande tornou-se ontem o mais poderoso dirigente socialista da França desde o início da V República, em 1958, ao obter uma maioria absoluta na Assembleia Nacional.
Segundo os resultados parciais e previsões de institutos de pesquisas, o Partido Socialista e os seus aliados de esquerda teriam conseguido eleger 314 deputados — um valor largamente superior aos 289 necessários para formar governo sozinhos. Será o primeiro governo de maioria absoluta socialista desde 1981.
A taxa de abstenção chegou aos 44,5%, segundo a comissão eleitoral francesa.
Os analistas salientam que Hollande tem agora um poder sem paralelo no país. Com efeito, agora os socialistas controlam não só a presidência — e com ela o poder de nomear o primeiro-ministro — mas também a Assembleia Nacional, o Senado e de 90% das regiões, faltando apenas ao controle do Congresso para conseguir a maioria qualificada necessária para fazer alterações na própria Constituição.

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