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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

#Caixa2doDEMnoRN: "Você é um comedor de dinheiro"

Um comentarista anônimo deixou o comentário abaixo:

Meu caro Blogueiro, vc nã acha que estar sendo um estorquidor de dinheiro,na minha opinião vc é um comedor de dinheiro ,pública o q lhe pagam eu conheço um aq dda minha terra potiguar q enqunto,pagavamos as contas dele ele só publicava oq nos convinha mas quando ele começou a a exigir mdemais paramos eu acho q esse é o seu caso comedor de Bola, agora se vc não for publique!

Se eu consegui entender, ele me acusa de extorquir dinheiro e de publicar material direcionado a soldo. 
Talvez isso revele o desespero de quem não tem como se defender do que está explícito nos áudios do #Caixa2doDEMnoRN. 
Me acusar de extorsão - contra quem, cara pálida? - é ridículo. Mas nada é tão ridículo quanto afirmar que eu recebo para publicar denúncias.  Tudo que já publiquei aqui é resultado de investigação séria de órgãos competentes.
Pior de tudo: usa-se a primeira pessoa do plural (assume-se, desse modo, como parte do grupo acusado do DEM) para informar de um blogueiro potiguar de quem pagavam as contas para que escrevesse coisas favoráveis.
Quem paga as minhas contas, com dificuldade, sou eu. Ninguém compra nem nunca comprará minha consciência. 

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