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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

#Caixa2doDEMnoRN: Felipe Maia: "Áudios são graves, mas a fonte é ligada ao PC do B”

Segundo disse o deputado federal, a gravidade do #Caixa2doDEMnoRN é relativizada pela minha filiação partidária e a empresa em que trabalho.
Além disso, não há confirmação de que o caso foi arquivado pela Procuradoria Geral da República. E não o foi pelo MP estadual nem pelo MPF.
No Jornal de Hoje:

Indagado sobre as gravações que mostram os diálogos da campanha de Rosalba Ciarlini (DEM) ao Senado em 2006, o deputado federal Felipe Maia (DEM) afirmou que são graves, no entanto, ressaltou que elas foram publicadas por uma fonte tendenciosa, uma vez que o autor do blog de onde elas partiram pertence a um partido político ligado ao governo federal, o PC do B, e, além disso, tem um cargo na estatal Petrobras.
Em entrevista ao “Jornal das Seis” da 96 FM, Felipe Maia declarou que caberia à Procuradoria Geral da República examinar os áudios à luz da legalidade e tomar as providências.
Entretanto, ele disse que como as escutas passaram pelo crivo do Ministério Público e foram arquivadas, não merecerem mais o crédito. “Aquelas gravações, não quero duvidar, foram entregues à Procuradoria Geral da Republica, que nem aceitou a denúncia”, declarou.
Ao avaliar o governo do Estado, o deputado disse que a governadora Rosalba “pegou um abacaxi” ao assumir o Rio Grande do Norte endividado. Mas, segundo ele, o governo já está dando os “primeiros passos”. Citando as dificuldades iniciais, como as dívidas e o alto comprometimento da folha salarial, o parlamentar se mostrou otimista em relação ao futuro, e elencou os primeiros resultados.
“Eu não queria estar na pele da governadora. Ela pegou um abacaxi, não quero fazer política ou justificar a desaprovação da governadora olhando pelo retrovisor. Mas ela pegou um Estado com dividas de R$ 800 milhões e pagou R$ 300 milhões. Pegou o governo com uma folha de pessoal comprometendo 82% da arrecadação de ICMS. Mas, agora ela está dando os primeiros passos”, disse o deputado, se referindo, por exemplo, ao início de algumas obras.
Felipe Maia disse que Rosalba encontrou o Estado com grandes dificuldades, sem credibilidade e sem capacidade de endividamento, e teve que tomar medidas duras e drásticas para colocar governo nos trilhos. “E ela está começando, fazendo algumas obras. O secretário Demétrio Torres (Estradas de Rodagens) tem dito que 95% das estradas têm sido recuperadas. A governadora deu 19 ordens de serviços. Temos a Arena das Dunas retomada, com a obra em andamento, temos o aeroporto que foi no governo dela”, observou. “Esses são os pontos positivos do governo Rosalba”.
Felipe considerou ainda que Rosalba foi eleita para governar por quatro anos e que apenas um ano e meio de mandato se passou, restando ainda dois anos e meio. “José Agripino terminou o primeiro ano do mandato dele de governador mal avaliado, mas terminou o governo bem e foi eleito senador. Acho que Rosalba tem que ter o seu tempo”, observou o deputado, citando que Rosalba impôs um padrão ético de comportamento no governo do Estado.
“Ela tem um padrão de comportamento ético, que é o que a população espera. Uma pesquisa recente mostrou que a população espera honestidade, antes mesmo de cumprir com compromisso. Ou seja, a população está descrente da classe política, a população quer um governador honesto, e isso Rosalba colocou no governo do Estado. Hoje o governo Rosalba tem um padrão ético inquestionável”, completou.

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