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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Sociedade apóia rápidos esclarecimentos

Por Marcos Dionísio Medeiros Caldas
Advogado e militante de direitos humanos

TCE, Presidente e Sindicantes do Tribunal de Justiça que apuram os desvios nos precatórios e o Ministério Público estão fazendo História: o encontro das Instituições com alma dolorida do povo potiguar.
Não percamos esta oportunidade.
É na crise que o ser humano se retempera e reapruma sua marcha na construção da civilização.
A Sociedade atenta e vigilante apoia o rápido esclarecimento de desídias que há muito infelicitavam o nosso povo.
A terra de Poti merece um banho civilizatório de transparência e de fortalecimento das Institutições Democráticas.
Mas da mesma forma que a crise é uma oportunidade para o aperfeiçoamento institucional e superação das limitações , não percamos de vista que, como fenômeno humano, esta mesma oportundade é propiciada aos audaciosos tentáculos do verdadeiro crime organizado que, se não forem contidos neste momento, sairão da crise mais fortes e jactando-se de inocência.
Percorramos essa dolorosa e necessária senda, sabendo separar o joio do trigo, tranquilizando a população e não permitindo que o desespero dos achados em culpa contamine a população e a esperança de que é possível se reinventar o Estado de Direito e a Transparência na terra de Varela Barca, Jales Costa, Geraldo Fernandes de Oliveira, Prof. Machado, Luis e Djalma Maranhão. Caros imperdenidos, Dr. Caio, Dra. Judite, Dr. Manoel Onofre , Dr. Thompson e anônimos técnicos do TCE, TJ e MPE, em meio a generalizada crise de autoridade e eficácia das políticas públicas verificadas no RN, são os Senhores e a Senhora , herdeiros do civismo dos citados acima e com equilíbrio, perseverança e tenacidade haverão de, junto com o povo potiguar, resgatar o seu acesso à justiça. Por mais espinhosa que sejam as vossas responsabilidades, não percam de vista que vcs são o estuário de nossas esperanças. Direitos Humanos não são dádivas , são conquistas. Uma terra de Poti revigorada sob o manto da mais absoluta trasnparência está porvir!

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