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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Você paga o IPTU de seu imóvel?

Por Renato Pontes
http://www.renatopontes.com/voce-paga-o-iptu-do-seu-imovel-a-prefeita-micarla-nao-micarlapagueoiptu/

Desde 27 de Dezembro 2002, corre um processo (nº0507634-87.2002.8.20.0001) contra Micarla de Araújo Sousa, a Prefeita Micarla, pela prática delituosa de sonegação fiscal. O processo já ficou suspenso por mais de um ano e a magistrada, Dra. Francisca Maria Tereza Maia Diogenes, teve até dificuldades em localizar a ré, que teve que ser citada por edital.

Na ocasião, foi dito que Micarla de Sousa não tinha endereço certo (ainda que a ação executasse a cobrança do IPTU do seu imóvel) e nem bens para penhora. Vale lembrar que Micarla possui vários imóveis e é uma das sócias da TV Ponta Negra, afiliada do SBT na capital.

O curioso: Logo após a posse de Micarla de Sousa na prefeitura do Natal, a Procuradoria Geral do Município solicitou a suspensão da ação, alegando que não interessava mais ao município a cobrança. Ora, para umagestão que reclamava de falta de recursos, suspender uma cobrança por "não interessar mais" é, no mínimo, suspeito.

A desculpa dada por Micarla na época foi a de que não queria quitar suas dívidas tributárias com a gestão do então prefeito Carlos Eduardo. Isso confere aos mais de 90% de cidadãos que desaprovam a gestão da atual prefeita o direito de "não querer quitar suas dívidas tributárias"?

Acontece que na última segunda (2), o processo foi reativado e seguiu concluso para despacho da magistrada, que deverá definir se o dinheiro (que pertence ao povo, de direito) permanecerá nos bolsos da Prefeita ou será aplicado, pela prefeitura, onde realmente deveria ser aplicado: em benefício da população.

Acompanhe o processo aqui.

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