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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Operação Sinal Fechado e José Agripino: Ninguém segura o #FimdoDEM

Como disse, a assessoria de José Agripino anda metendo os pés pelas mãos - ou não é amador entrar em um blog para postar comentários anônimos em defesa do chefe?
O UOL repercutiu a entrevista que a Tribuna do Norte publicou com o advogado de Gilmar da Montana. (http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2012/03/31/advogado-nega-que-empreiteiro-tenha-informacoes-sobre-suposta-doacao-de-campanha-ao-senador-jose-agripino.htm) e retirou o destaque sobre a denúncia contra Agripino.
Entrevista com formato de nota paga.
Entre outras coisas, disse o advogado:
Antes de mais nada, é bom deixar claro que eu não era advogado de Gilmar Lopes quando ele prestou aquele primeiro depoimento. Depoimento, aliás, que foi prestado, pelo que ele me disse, em condições de absoluto estresse emocional e debilidade física. Ele foi retirado do hospital às sete da manhã, sem saber nem para onde ia, sem assistência de advogado credenciado e sob efeito de remédios tranquilizantes.
Gilmar foi interrogado duas vezes pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público do Ministério Público estadual. Na primeira, logo após ser preso - deu o famoso depoimento, com a presença de sua advogada.  Ele saiu de sua casa preso e foi direto para o Ministério Público.
No dia 28, quatro dias depois da prisão e do primeiro depoimento, todos os presos foram levados para a promotoria para serem interrogados novamente. Dessa vez, Gilmar não quis falar nada.
O primeiro depoimento de Gilmar foi acompanhado por Cláudia Cappi, que assinou o termo.
Gilmar foi preso em casa.  Passou mal no fim do dia 24, dia da prisão, após prestar depoimento.  Depois de uma dor epigástrica forte e um pico hipertensivo, Gilmar foi internado no Hospital do Coração.
Após ser preso, Gilmar divulgou nota à imprensa no dia 26 de novembro e deixou claro que teve a "casa e escritório devassados, fui preso e hospitalizado".  Ele não saiu do hospital para prestar depoimento, como quer fazer crer o movimento de defesa do senador.


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