Pular para o conteúdo principal

Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Leia abaixo nota da PM sobre o episódio na USP

O coronel Wellington Venezian, comandante do CPA/M-5 (Comando de Policiamento Metropolitano – 5), responsável pela zona oeste da capital, afastou das ruas o sargento André Luiz Ferreira e o soldado Rafael Ribeiro Fazolin, envolvidos em uma discussão que terminou com a agressão a um estudante no campus da USP (Universidade de São Paulo).

O vídeo mostrando a agressão foi publicado na internet no início da tarde de hoje (9). O comandante-geral da PM, coronel Álvaro Batista Camilo, ordenou o afastamento dos policiais das ruas assim que assistiu ao vídeo, ainda durante a tarde.

Venezian afirmou que o procedimento “não é o correto da PM”. Os policiais envolvidos já foram ouvidos em sindicância, que será concluída em até 60 dias. Até lá, os dois PMs não voltarão às ruas. O objetivo é também apurar a conduta dos policiais no momento em que não estavam sendo gravados.

O sargento André Luiz Ferreira atua na USP desde o início do convênio da Polícia Militar com a Universidade, oficializado em setembro do ano passado. Em seu histórico nunca constou nenhuma irregularidade.

O efetivo da PM não será alterado no campus da USP – outros dois policiais assumirão os postos dos PMs afastados.

Comentários

Postagens mais visitadas