Pular para o conteúdo principal

Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Situação sofre derrota acachapante no DCE da UnP

Anteriormente, falei aqui, aqui, aqui e aqui sobre as eleições da UnP.  A chapa de situação, representante de um grupo que mantém o poder desde os tempos antigos de Júlio Protásio, chegou a realizar uma eleição desrespeitando uma decisão judicial.  Aliás, nesse dia, perturbaram a paz de metade da cidade, circulando em buzinaço pelas ruas de Natal no meio da madrugada.  O DCE da UnP ficou sob ameaça de intervenção judicial.
A eleição, para valer, foi marcada para ontem.  E o resultado mostra o que a situação queria evitar: uma derrota acachapante nas urnas.  Ainda faltando a apuração dos votos da Unidade Roberto Freire, a chapa 1, de oposição, já contava com mais que o dobro dos votos da chapa de situação (1497 votos contra 663). Venceu a democracia.

Comentários

Postagens mais visitadas