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Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Como ser livre se a polícia faz isso?


No YouTube recomendam que só assistam os maiores de 18 anos! Quantos desses tinham isso ou pouco mais de anos? Por que só os maiores de 18 anos, se aqui as TVs abertas passam assassinatos e cenas de violência policial explícita em horários de família reunida (café da manhã, almoço e jantar)? Precisa ter mais de 18 anos para entender que homens armados contra gente desarmada é covardia?

As cenas foram gravadas ontem em Berkeley, California numa das manifestações do #OccupyBerkeley.

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