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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

O estigma da pirataria

Por Maria da Paz
No Diário do Tempo

Embora discorde de detalhes pontuais da mensagem (de Mary Land Britto), aplaudo a sensatez e o equilibrio colocados. Acredito que urge, principalmente dentro do ambiente universitário, onde a autora do comentário se insere como docente, um debate sobre direitos autorais no mundo de hoje. Não dá mais para ficar estigmatizando a suposta pirataria quando sabemos que existe um grande movimento pelo copyleft e pela livre copia (sem fins comerciais) de obras de arte, incluindo filmes.

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