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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

A cena mais triste da história do cinema


Os pesquisadores, Robert Levenson e James Gross, da Universidade da Califórnia, passaram anos avaliando mais de 250 filmes. Eventualmente, selecionaram 78 trechos e colocaram cerca de 500 voluntários para assistí-los, observando as emoções que cada cena causava. Os resultados do trabalho, uma lista de 16 trechos capazes de estimular emoções específicas (como nojo, raiva ou tristeza), foram publicados em 1995. E, na hora de fazer o povo se debulhar em lágrimas, a escolha mais eficiente era a cena de dois minutos e 51 segundos em que o garotinho T.J. (interpretado pelo ator-mirim Ricky Schroder) chora sobre o corpo do pai morto.

Quando li sobre o assunto hoje à tarde no blog de Sérgio Vilar, me emocionei lembrando a cena.  Ao ler o texto para alguns colegas, eles também se emocionaram.  A cena é certamente das mais tristes que já vi no cinema.


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