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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Câmara dos EUA aprova aumento da dívida pública para evitar calote

Parece que agora vai.  O plano foi aprovado por ampla maioria na Câmara (que é dominada pelos Republicanos) e agora tem de ser aprovado até amanhã pelo Senado (dominado pelos Democratas).  Se há acordo, se manifesta agora ou morremos todos afogados.
Do UOL:
A Câmara de Representantes dos Estados Unidos aprovou o projeto que autoriza o governo americano a elevar o teto da dívida pública, evitando um calote. Agora o projeto tem de ser votado no Senado, onde o governo de Barack Obama tem maioria. A votação no Senado deve ocorrer nesta terça.
O projeto na Câmara teve 269 votos a favor e 161 contra.
O novo projeto eleva o teto da dívida, atualmente em US$ 14,3 trilhões, em US$ 2,1 trilhões, permitindo, assim, que o governo tome novos empréstimos e continue financiando sua dívida até, pelo menos, 2013.
O governo começaria a ter dificuldade de honrar parte de sua dívida, sem elevação desse limite para novos empréstimos, a partir desta terça-feira.

A elevação do teto da dívida em US$ 2,1 trilhões garante que o limite não deverá aumentar de novo até 2013, para evitar novas lutas bipartidárias no lance final da campanha pelas eleições de 2012 e não prejudicar a recuperação econômica.

O acordo impõe imediatamente um corte do deficit no valor de US$ 1 trilhão.

Um novo comitê bipartidário no Congresso se encarregará de apresentar, antes do Dia de Ação de Graças, no final de novembro, um plano complementar que reduza o deficit em US$ 1,5 trilhão adicionais durante os próximos dez anos.

Este corte tem como base a economia de mais de US$ 900 bilhões ao longo de uma década em despesas domésticas não imprescindíveis --dividido entre programas civis e de Defesa e que não afetará a Seguridade Social.

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