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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

#ForaMicarla: Vaias diante do trono?

Disse ontem aqui que não importava se a prefeita tinha ou não sido vaiada no sábado, na praia do Meio, durante o evento com o Diante do Trono, uma vez que a sua gestão tem merecido a rejeição quase unânime por parte da população de Natal. 
Mas parece importante provar que as vaias no sábado foram ação de uma minoria - mesmo que todas as pessoas com quem conversei e que estiveram lá tenham garantido que a prefeita foi vaiada em todos os momentos que teve seu nome mencionado. 
Neste post Thaísa Galvão tenta provar que as vaias à prefeita foram sufocadas. 
Reitero minha opinião: e isso importa?

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