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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Fazia quinze dias que eu não escrevia aqui. Nada mudou muito: Severino, por exemplo, continua por aí, no ar e aprontando, lamentavelmente. A má vontade da mídia contra o governo continua, capitaneada pela revista Veja. Se bem que o PT anda melhor que o governo. Orgulho de Eduardo Suplicy e, principalmente, Cristovam Buarque. Vou começar a campanha para que ele suceda Lula.

Engajei-me no Comitê Potiguar pelo Desarmamento e descobri-me apaixonado. Revelei minha paixão e me dei mal. É isso. Vamos tirar Severino. Vamos eleger Cristovam.

Comentários

  1. Olha, gostei bastante do seu blog! Em especial pelas coisas que escreve e por me parecer ser um companheiro solitário, carente de comentários no blog, assim como eu. Na verdade o meu blog ninguém comenta, e eu já tomei isso como uma verdade...rs
    voltarei aqui mais vezes!

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  2. Esqueci de colocar meu blog: www.mdtpl.blogger.com.br
    www.fotolog.net/joycegarofalo

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