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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Falamos ontem pela manhã na igreja acerca da meditação. Confesso que não é uma prática em minha vida, mas sei que precisa ser, principalmente porque acredito naquilo que eu falei. Sei que foi um bom teste. Pelo menos em uma manhã estarei falando no retiro de Carnaval de nossa igreja. Pretendo aprofundar um pouco mais o estudo da meditação, propondo, inclusive, alguns exercícios.
Meditação, espaço que a gente concede em nossa vida para que Deus fale conosco, é ponto básico para a nossa vida cristã. Ouvir a Deus é essencial na vida.
Às vezes tenho recebido críticas quanto ao fato de que nem tudo o que me proponho a pregar e ensinar faz parte de minha vida e do meu caráter. Esse estudo sobre a meditação me fez ter certeza que isso não é justo. Quando prego ou ensino algo que ainda não consigo viver estou falando para mim mesmo. A Palavra, como espada de dois gumes, também corta o pregador. Desafia-nos. Ensina-nos. Instrui-nos.

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