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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Enquanto a sexta é o dia mais cansativo da semana, o sábado tem sido o melhor. Quer dizer, tirando o fato de que o cansaço deságua todo hoje, já que acordo cedo para ir para o inglês. Algumas tardes, eu tenho ido ao xadrez. Às vezes, estou tão cansado que tenho de dormir um pouco, como fiz hoje. Mas o melhor momento da semana é quando nos reunimos para orar. O efeito que Deus produz em minh´alma é melhor que todo o Frontal poderia fazer. E temos sido grandemente abençoados por Ele e O temos visto agir, apesar das enormes dificuldades que cada um de nós enfrenta.
Hoje foi especialmente um dia terno. Acho que só agora percebo todo o sentido disso. Minha vida não anda fácil, mas me comovi com o coração apertado de Queila com as coisas que ela está enfrentando. Literalmente eu chorei com ela. E ainda agora estou enternecido...

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