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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Notícias do mestrado.
1)Não sei nada de francês e tenho de ler três livros na língua de Carlos Magno... Alguém tem alguma solução para mim?
2)Ainda persiste a sensação de que não compreendo perfeitamente os textos que estou lendo, mesmo que eu saiba que isso não é verdade.
3)Cada vez eu percebo mais o quanto eu devo a Priscila tudo que estou vivendo academicamente falando.
4)Descobri que minha bolsa apareceu porque o PPgEL não sabia que haviam duas bolsas disponíveis para nós e que não estavam sendo usadas. O Programa foi alertado em cima da hora pela Pró-Reitoria. E eu fui contemplado com a verba.

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