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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Ive Brussel
Jorge Ben

Voce com essa mania sensual

De sentir e me olhar

Voce com esse seu jeito contagiante

Fiel e sutil de lutar

Nao sei, nao

Assim voce acaba me conquistando

Nao sei, nao

Assim eu acabo me entregando

Pois esta fazendo um ano e meio, amor

Que eu estive por aqui

Desconfiado, sem jeito e quase calado

Quando fui bem recebido e desejado por voce

Nunca como eu poderia esquecer amor

Ai, ai, ai, se naquele dia voce foi tudo foi demais pra mim

Ai, ai, se naquele dia voce foi tudo, fez de mim um anjo

Ive, ive, ive

Brussel, Brussel

Brussel, Brussel

Brussel, Ive Brussel

Ive Brussel(4x)

Ive

Olha o visual

Brussel, Brussel

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