Pular para o conteúdo principal

Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Enquanto alguns criticam o fale com deus, acusando-o de usar o nome de Deus em vão, será que somente o Papa vai dizer que Bush deve deixar ele de usar o nome de Deus para legitimar seus atos.
Bush tem a mesma teologia e pertence à mesma igreja em que seus diáconos matavam negros e, quando questionados, respondiam a Giberto Freyre: “Eram somente alguns negros”.
Bush tem a mesma teologia que conduz a Ku Klux Klan a matar negros em nome de Deus: o fundamentalismo racista e direitista do sul dos EUA.

Comentários

Postagens mais visitadas