Pular para o conteúdo principal

Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
A barriga da noite de ontem foi de Roberto Cabrini, da Band. Enquanto Ana Paula Padrão relatava que agências confirmavam uma segunda rodada de bombardeios sobre Bagdad, destacando que a Reuters dizia que ninguém tinha acesso ainda a imagens, a Band estava mostrando as imagens do ataque, enquanto seu locutor falava sobre outras coisas, sem perceber...

No entanto, a Band foi a única que eu vi mostrar ao vivo a transmissão da Al Jazeera, visando imparcialidade. E a Cultura foi a que teve agilidade para retransmitir a RTP, única tevê em língua portuguesa que tinha um repórter ao vivo na capital iraquiana.

Comentários

Postagens mais visitadas