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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Nesse contexto, no qual são escritos os livros de Macabeus e o livro de Daniel, a revolução movida pela fé no Deus vivo é vencedora. Os macabeus conseguem reconquistar a autonomia e a fé de sua terra. Não sem antes, muitos judeus serem mortos em nome de sua fé.
É assim que surge a fé na ressurreição, pela primeira vez no livro de Daniel. Os judeus estão dizendo aos seus opressores e assassinos:
Vocês podem nos afligir e até nos matar, mas jamais poderão pôr fim à nossa vida.

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