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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
A fé na ressurreição nos liberta de qualquer amarra nesse mundo e a esse mundo. Não precisamos temer nada, ninguém, nem mesmo a morte. Podemos nos entregar totalmente ao compromisso de discipulado com Deus. Podemos deixar de lado todo comprometimento humano: nosso único compromisso é com o nosso Deus, sem medo ou censura.
Não temeremos ameaças, constrangimentos, impedimentos, opressões, morte, porque nada disso pode nos roubar aquilo que já temos com o Senhor. Somos livres para qualquer coisa em Seu nome, para Aquele, Único que pode fazer perecer completamente o homem.
Em suma, a ressurreição nos fortalece rumo à revolução.

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