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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...
Aniversário de Emília tem se tornado lugar de reencontros e comunhão com velhos amigos. Tem gente que eu só vejo hoje em dia lá. Mizael e Marília (que vão casar em novembro), Camilla (minha irmãzinha advogada que está namorando um português, católico praticante e não sabe se deve – prometo pensar no que dizer a ela), Suene (ou era Suerda?), e mais uma penca de ex-colegas de faculdade de Emília e Fernanda,que por fim se tornaram meus colegas também. Só faltaram Thiago, Aninha, Fábia e Pablo.

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